quinta-feira, 19 de agosto de 2010

"Dorothy deixou Oz e voltou ao Kansas".

Dorothy descobriu que nenhum homem possuía cérebro. Nem coração. E muito menos, coragem. No fundo eu sei que a realidade que eu sonhava afundou num copo de vinho e virou utopia;mas se eu pudesse ainda te liqüefazer, eu te bebia até ficar de porre.
Eu sei não precisa me dizer,que eu tenho toda a aparência de quem falhou, mas só eu sei se foi minha falha necessária;e eu posso estar completamente enganada, eu posso estar correndo pro lado errado. Mas essa dúvida é o preço da pureza, é inútil ter certeza. Eu vejo placas dizendo:não corra,não morra,não faça...ignore elas! seja apenas feliz;essa é a placa da vida que ainda faz sentindo.
Ainda escuto de pessoas que tudo quanto vive,vive porque muda; muda porque passa,e porque passa,um dia morre;difícil mesmo é entender realmente isso.Mas estou em construção, e não, não é permanente, como loja que entrou em falência, e sim, é para melhor atendê-los! Porque agora eu entendi que se é para viver,vamos viver direito!com conteúdo,troque o verbo,mude a frase inverta a culpa.O sujeito da oração agora é apenas EU!

Um comentário:

  1. as placas da vida sempre nos dizem para nos limitarmos!
    as placas do coração sempre nos dizem vá em frente, faça o que for, e seja feliz...
    As placas da "boa" consciencia,se podemos dizer assim, dizem, pare, avalie, vale apena se jogar no abismo e torcer pra o chão não chegar...
    mas se limitar em ser feliz, ir em frente e se lançar no abismo é tudo o que um dia iremos fazer!

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